28 de abr de 2010

Canção de amor!



Eu cantaria mesmo que tu não existisses,
faria amor, assim, com as palavras.
Eu cantaria mesmo que tu não existisses
porque haveria de doer-me a tua ausência.

Por isso canto. Alegre ou triste,canto.
Como se, cantando, tocasse a tua boca,
ainda antes da tua presença.
Direi mesmo, depois da tua morte.

Eu cantaria mesmo que tu não existisses,
ó minha amiga, doce companheira.
Eu festejo o teu corpo como um rio,
onde, exausto, chegarei ao mar.

Sim, eu cantaria mesmo que tu não existisses,
porque nada eu direi sem o teu nome.
Porque nada existe além da tua vida,
da tua pele macia, dos teus olhos magoados.

Assim quero cantar-te meu amor,
para além da morte, para além de tudo.

Joaquim Pessoa

24 de abr de 2010

amizade.




Amizades que plantei
são como colares que adornam meu pescoço
rosas tatuadas do amor que reguei
sabem de mim o que é raso e o que é poço

Úrsula Avner

21 de abr de 2010

cirque du soleil(são paulo capital dia18/03/2010)3 espetaculo que assisto! fotos do meu arquivo particular bjos.







Um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina, uma pessoa passando apressadamente. Poderia ser qualquer um. Alguém chegando, partindo, vivendo na nossa sociedade anônima. Um elemento na multidão, um entre a maioria silenciosa. Aquele dentro de nós que grita, canta e sonha. É este o Quidam que o Cirque du Soleil celebra.

Uma jovem mulher está furiosa, e viu tudo o que há para ver, e sua vida está perdendo todo o seu significado. Sua raiva está destruindo o seu pequeno mundo, e ela está no universo do Quidam. Ela se juntou a um companheiro alegre, assim como outra personagem, mais misteriosa, que vai tentar seduzi-la com o maravilhoso,
o inquietante e o assustador.



Cirque du Soleil - Quidam(parte2)

18 de abr de 2010

otima semana!! amo voceis beijos.......



Pequeno Esclarecimento





Os poetas não são azuis nem nada, como pensam alguns supersticiosos, nem sujeitos a ataques súbitos de levitação. O de que eles mais gostam é estar em silêncio - um silêncio que subjaz a quaisquer escapes motorísticos e declamatórios. Um silêncio... Este impoluível silêncio em que escrevo e em que tu me lês.

(mario quintana)

17 de abr de 2010




Dona De Castelo


Amor perfeito
Amor quase perfeito
Amor de perdição paixão que cobre
Todo o meu pobre peito pela vida afora
Vou-me embora, embromadora
Você para mim agora
Passa como jogadora
Sem graça nem surpresa
Diga que perdi a cabeça
Seu eu me levantar da mesa e partir
Antes do final do jogo
Louco seria prosseguir essa partida
Peça falsa que se enraíza
E faz negro todo meu desejo pela vida afora
Vou-me embora, embromadora
E quando eu saltar de banda
E quanto eu saltar de lado
Vou desabar seu castelo de cartas marcadas
E tramas variadas
Sim
Seu castelo de baralho vai se desmanchar
Desmantelado
Decifrado
Sobre o borralho da sarjeta
Chegou o inverno !!!!!!


15 de abr de 2010


Mas fica.
Mas fica, meu amor.


Quem sabe um dia
Por descuido ou poesia
Você goste de ficar.


Chico Buarque

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